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ECONOMIA admin em 03 Nov 2008

“Vou horrorizar os jovens economistas. Sou favorável a centralizar o câmbio”

Para o economista Carlos Lessa, a análise das conseqüências que a crise financeira internacional pode ter sobre a economia brasileira é uma grande aula. Nesta entrevista à Carta Maior, Lessa aponta os possíveis caminhos para que o Brasil possa minimizar os efeitos da falta de crédito mundial nos setores produtivos locais, afirma que o PAC é o grande trunfo sobre a crise e projeta a centralização do câmbio no país. “A idéia do planejamento não é a idéia de uma economia de mercado: planejar é construir o futuro que você deseja pessoalmente enquanto a economia de mercado pensa no futuro que será bom para o mercado”, defende. Para ler a entrevista, disponível no site da Agência Carta Maior, clique aqui,

ECONOMIA admin em 02 Nov 2008

O Capitalismo não acabou, diz Williamson

Entrevistado pela Revista Isto é Dinheiro, o economista John Williamson, diz que, neste momento de pânico, a intervenção dos governos no sistema financeiro faz sentido, mas vê com receio a tendência estatizante em vários países. “No longo prazo, não funciona; como medida de emergência, tudo bem”. Defende, ainda, a adoção de políticas liberais e diz que a crise atual não irá colocar em xeque o modelo capitalista. Conhecedor do Brasil, o economista do Instituto de Economia Internacional, em Washington, diz que o País deveria se aliar ao esforço global para reduzir os juros e minimizar os efeitos da recessão mundial que se aproxima.
Leia a entrevista clicando aqui.

ECONOMIA admin em 31 Out 2008

Lula defende papel do Estado como regulador do sistema financeiro

O portal “Agência Carta Maior” publica reportagem de Luciana Lima - Agência Brasil, em que destaca discurso do Presidente Lula, na abertura da 9ª Cúpula Brasil-Portugal, em Salvador:
“O sistema financeiro tem obrigação de ganhar o seu dinheiro em coisas que gerarão empregos, produtos, riqueza. Não podemos permitir que o sistema financeiro mundial brinque com a sociedade. Não podemos admitir que alguém fique rico apenas trocando papéis e poucas vezes se gerou um paletó, uma bota e um alfinete”.
E agora?
Para ler a íntegra, clique aqui.

ECONOMIA admin em 27 Out 2008

Peço desculpas

Frei Betto escreveu a crônica refletindo a derrocada do Sr. Mercado.
“Estou gravemente enfermo. Gostaria de manifestar publicamente minhas escusas a todos que confiaram cegamente em mim. Acreditaram em meu suposto poder de multiplicar fortunas. Depositaram em minhas mãos o fruto de anos de trabalho, de economias familiares, o capital de seus empreendimentos”.
Para ler a íntegra do texto, clique aqui.

ECONOMIA admin em 27 Out 2008

Das críticas a Lula

A análise é de Luis Nassif, disponível no Blog Luis Nassif On Line:

Há tempos venho alertando que a eclosão da crise econômica mundial e seus reflexos sobre a economia brasileira mudaria o tom da campanha política.

O curioso na história é que os maiores erros de Lula, um dos quais a política monetária irresponsável do Banco Central, foram endossados pela oposição. O bordão cansativamente repetido era a de que a melhor parte do governo Lula era a política do Banco Central, herdada de FHC. Não era isso?

Por não poder criticar os erros essenciais - apoiados por ela e pela mídia aliada - focam nos erros periféricos ou em críticas erradas.

O que se tem, hoje, é a seguinte salada:

1. Lula está minimizando a crise.

CRÍTICA FALSA. Muito do que ocorrerá no próximo ano dependerá das expectativas empresariais formadas agora. O presidente ter um discurso otimista é fundamental para ajudar a segurar a peteca. Obviamente é erro falar em “marolinha”. Tem que se admitir o tamanho do tsunami e continuar otimista.

2. A vulnerabilidade externa provocada pelo Banco Central – com o respaldo de Lula – vai ter um impacto pesado na atividade econômica.

CRÍTICA CORRETA – em todos os momentos Lula endossou a política irresponsável do BC, de apreciação cambial, de commoditização das exportações e de criação de déficit em transações correntes.

3. O subprime brasileiro é uma criação de Lula.

CRÍTICA CORRETA – Para reduzir a grita das grandes exportadoras, o BC criou essa excrescência do swap reverso e permitiu essa loucura do exportador ganhar no financeiro com a apreciação do real, para compensar as perdas no econômico. Tudo bancado pelo Tesouro. Meses atrás foi alertado para o risco de um estouro, mas não agiu.

4. Lula vai criar uma operação-hospital para salvar especuladores, em vez de aplicar recursos em novos investimentos.

CRÍTICA FALSA – o que rende mais para o país: impedir que uma empresa já em operação quebre ou financiando uma nova empresa? É evidente que a primeira alternativa é a melhor do ponto de vista custo-benefício. Desde que se beneficie a empresa, mas não os seus acionistas e gestores.

5. Lula vai promover uma estatização no país, ao permitir a compra de ações de bancos e empresas por empresas públicas.

CRÍTICA FALSA – o governo poderia dar dinheiro a fundo perdido (seria a típica operação-hospital), poderia encampar as empresas (seria estatização) ou poderia ajudar em troca de ações da empresa, sem mexer no seu controle. É evidente que a terceira alternativa é a que melhor preserva os interesses do país, ao permitir ao BNDES (ou CEF) ajudar, adquirir ações a um preço barato para revendê-las, mais tarde, valorizadas.

ECONOMIA admin em 26 Out 2008

A melhor DEFESA é o ataque.

“Foi com mais uma tirada futebolística que o presidente Lula resumiu o espírito da sua equipe econômica a partir de agora. O governo entrou em campo e, disposto a garantir o crédito na economia, mostrou um canhão cheio de munição para a torcida. Para enfrentar a especulação cambial, o Banco Central, de Henrique Meirelles, indicou que pode gastar até US$ 50 bilhões das reservas. A decisão mais contundente, porém, foi anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, na quarta-feira 22, quando ele deu os detalhes da Medida Provisória 443″.
Para a ler íntegra da reportagem da Revista Istoé Dinheiro, clique aqui.

ECONOMIA admin em 25 Out 2008

“Cortar gasto público? Foi essa receita que empurrou a Alemanha para o nazismo em 1933”

O economista e professor Luiz Gonzaga Belluzzo - arguto analista econômico - sugere um tripé para preservar a economia brasileira, diante do agravamento da crise financeira mundial: a) estatização do crédito, b) defesa das reservas cambiais e c) expansão do investimento público. O governo, adverte Belluzzo, está sendo acossado pela demência de um certo pensamento econômico que pode imobilizá-lo. “O governo brasileiro não pode sacrificar o PAC em nome de uma religião de superávit primário”.
Para ler a íntegra da reportagem, disponível no portal Agência Carta Maior, clique aqui.

ECONOMIA admin em 23 Out 2008

Crise acabou com “ditadura dos mercados”, diz Sarkozy

Reportagem de DANIELA FERNANDES, para a BBC Brasil e publicada pela Folha on line, diz que o “presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou nesta quinta-feira que “a ideologia da ditadura dos mercados e do Estado impotente morreram com a crise financeira”.

Para Sarkozy, “tudo converge para reflexões sobre a redefinição do papel do Estado na economia“.

Para ler a íntegra, clique aqui.

ECONOMIA admin em 20 Out 2008

Nassif diz: BC não demonstrou, ainda, capacidade operacional

A difícil missão dos economistas

Coluna Econômica - 20/10/2008 - Luis Nassif

Não está fácil a vida de analista econômico nos dias atuais.

Para os que gostam do jogo do xadrez, a análise econômica se assemelha em muito a ele. Há circunstâncias, em que a economia parece tranqüila e previsível, que os jogadores de menor fôlego sempre podem se valer das mesmas aberturas e variantes.

Por exemplo, antes da eclosão da crise, o jogo de xadrez era tão simples que parecia de dama. As fontes em permanente disponibilidade (aquelas sempre e invariavelmente ouvidas pela mídia) montavam um modelo que tinha sempre a mesma abertura e mesmas variantes.

Leia o artigo completo, clicando aqui.

ECONOMIA admin em 19 Out 2008

Refazendo uma análise do legado de Greenspan

Por Peter S. Goodman - Estadão
“O proeminente financista George Soros evita usar os contratos financeiros conhecidos como derivativos “porque não entendemos realmente como funcionam”. Felix G. Rohatyn, banqueiro de investimento que salvou Nova York de uma catástrofe financeira na década de 70, qualificou os derivativos de “bombas de hidrogênio” em potencial. E há cinco anos Warren E. Buffett, previdentemente, observou que os derivativos eram “armas financeiras de destruição em massa, contendo perigos que, embora hoje latentes, são potencialmente letais”.
Leia a íntegra, clicando aqui.

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